13 de jul. de 2013

sala da poetisa

Submundo
(Adryelle Tarachucky)

Deslumbrante ela desce a rua escura...
Desce ao submundo, sem medo, sem receio,
ela se despede da sanidade...

Lá em baixo onde a cidade não vê, a sociedade não julga,
Lá onde as verdades estão desnudas, é lá que ela se completa.

Lá ela ri e brinca, festeja e brinda, 
Lá se diverte, se liberta...

Onde a cidade não pode ver é onde a vida a acontece
Onde  julgamentos não ocorrem, onde aparência
É supérflua e a vida é brindada...

Cambaleante ela sobe a rua, ela vem a tona...
o dia recomeça... 



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