Medo
(Adryelle Tarachucky)
Estou
com medo de mim
Medo
da vida
Medo
do mundo ao meu redor
Medo
de não consegui me levantar.
As
quedas são freqüentes e
A cada passo sinto menos
Minhas
pernas, a cada dia
Sinto
mais o frio do medo
Frio
sem cor, sem vento, congelante,
cortante...
Espero
que o Sol venha me aquecer,
Quando
não mais medo de ter medo eu tiver...
Um
dia tudo vai passar é
questão de tempo,
De
aprender a esperar
E
isso tudo vai passar.
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Soturna...
(Adryelle Tarachucky)
Vem
e me cobre com teu manto soturno
Revela
as trevas de meu coração,
Revela
as dores de minha alma
Me
arranca a luz dos olhos e o sorriso dos lábios
Revele-me
o destino sórdido
O
tempo das trevas retorna...
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Era sombria
(Adryelle Tarachucky)
Nesse
vasto mundo, caminhando por entre as rosas te
procuro...
São elas a única cor nas trevas eternas.
São elas a única cor nas trevas eternas.
As
rosas me guiam aos teus braços, onde padeço de
Insano
amor, e desperto em prantos,
Odiando a luz do dia por me fazer ver
Odiando a luz do dia por me fazer ver
Que
tudo era apenas sonho...
Os dias são martírios, as noites, frias e solitárias e estou a tua espera, estou na luta ao teu encontro
Me perco entre suspiros e promessas,
Me perco no tempo, por eras sombrias, no vasto espaço de tempo em que me encontro só,
Os dias são martírios, as noites, frias e solitárias e estou a tua espera, estou na luta ao teu encontro
Me perco entre suspiros e promessas,
Me perco no tempo, por eras sombrias, no vasto espaço de tempo em que me encontro só,
Um
desejo me domina, a morte de quem me condena a vida solitária e
vazia.
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